28 de jan. de 2011
26 de jan. de 2011
17 de jan. de 2011
O dia em que eu fui triste
Todos os dias pensamos ser super heróis por trabalhar, por superar obstáculos e sermos fortes quando temos algum problema que parece indissolúvel. A verdade é que não somos. Somos apenas migalhas de um todo bem maior, que não sabemos nem porque estamos aqui e pra onde vamos ir. Eu conheci uma pessoa boa, eu me despedi de uma pessoa boa. Suas letras me encantavam, seu sorriso me alegrava e tudo parecia belo com ela. Eu nunca fui do tipo de correr atrás de ninguém e não sou muito fácil de lidar, eu sei e assumo. Ela era tão genial e logo foi entrando na minha vida sem pedir licença. Garota atrevida, alegre e despida de tristeza, de sentimentos ruins e pouca rima. Ia fazer o que, ela já tinha se tornado dona de uma parte da minha vida, meu olá diário, meus planos contados, meus ouvidos atentos a sua risada, nossas viagens vividas, nossas viagens paradas, tantas coisas a dizer e apenas lágrimas a cair. Antes que eu deixasse, ela se foi, se eu pelo menos conseguisse dizer algo, mas a garganta travou e com um breve: vai com Deus nega,a Ari te ama.Eu me despedi, bem ao estilo que você ouvia.A dor da família, do namorado tão amado, das tantas amigas, e eu ali, sem ação, sem chão. Eu peço desculpas pelo eu te amo que não falei, por não ter ido com você, pelas saudades que eu sinto todo dia. Desculpa nega, é que você é tão importante, é tão você e nada se parece com você. Obrigada por se despedir de mim, obrigada por ter aprendido tanto com você, obrigada por me escolher. Minha nega e eterna amiga no meu coração você continua viva e por você eu vou viver todos os dias tentando ser um pouco do que você foi: muito muito feliz. Vou escrever mais e tentar ver poesia na vida, cantar o mundo e viajar o quanto eu puder, ver gente, ajudar gente e ser mais gente pra você se orgulhar de mim.
14 de jul. de 2009
27 de abr. de 2009
foi dito: "amor a longo prazo, vira amizade"
e agora eu viverei nessa eterna procura insesante por algo que não existe, ora bolas, não mesmo.não quero fazer parte dos 95% da população.quero ser a exeção da regra. eu não concordo com muito que foi dito. mas vejo que metade do que penso contraria o que a maioria diz. o que eu vejo são olhos famintos de futuro, construção de uma confiança sólida que aos poucos me fazem enxergar o quão sou sortuda.se isso vai durar pra sempre? ah, isso eu ja não sei, nem o quero saber.o que ta me importante é que isso me move pra frente e me move direito, com passos largos e outros bem curtos de mãos dadas, ou até mesmo sozinha, porque não ha nada melhor do que sentir a falta de alguém.o melhor é se sentir livre quando se devia se sentir aprisionada, e é assim eu me sinto.a primeira briga foi a uma semana e eu ja nem quero me lembrar mais o porque.ja faz um tempo eu percebi que a gente se completa muito bem e que dá inveja até pra quem nos vê.eu não sou prepotente e não tenho um relacionamento perfeito, mas acredito nele e isso já é o bastante, pra me fazer ser o 5%.

