eles tentam nos tirar aquilo que não sai, que não se parte nem reparte. eles nos impedem de ir além, por dentro.Hipocresia emocional nos manipular em uma dose, tolos e vãos não entendem que à isso não se da valor, não se pode esvaziar ou inflar, com um ou outro jeito infame e racional de pensamentos que no caso serviriam para todos.Nisso não há um todo , há varios, há todos em um e um em todos, que se sente pouco ou muito depende de à quem falarmos, sentirmos ou sermos. Querem o fim disso , o fim do a caso , o fim do destino e de tudo que há no belo de se sentir, ou seja, o não saber, o não ter certeza. à eles dou minhas tolas e inúteis incertezas de amar agarrado a um modesto pano vermelho ,com a quem sente o coração pulsar entre seus finos dedos, lhe enxergo ,lhe vejo e o que de mim não podem tirar é o que tanto temem.não há beleza na revolta, nem na ira, apenas na mudança de atitudes que me fazem crer que tudo que fiz e lutei me fez ao menos chegar perto do bem, de você e de mim mesmo.
* devaneios parte II entre linhas e traços sobre Equilibrium
27 de jul. de 2008
meus sentimentos se esvaem em uma dose que fatalmente se desfez no chão gelado do ambiente.eles querem o que tenho de melhor, mas eu sou o melhor deles.desarmo uns mil e ainda sim consigo ter meus sentimentos.o crime é meu, e pago o preço mais caro, amar sem tocar, sentir sem chorar, ouvir suas melodias a me perturbar, me levando pro seu mundo colorido onde posso ousar lágrimas, risos e suspiros, isso sim é o meu crime que não posso mais praticar.você se fez assim bela e extremamente de enlouquecer o mais sacerdote deles.eu me revesti do que eles menos imaginavam, a falta do sentir.consegui manipular,finjir o que não se sentia e assim burlar a dor de te perder sem poder nada fazer.você de outro foi e nem assim se tornou menos tentadora.eu senti, eu finji, eu derrotei meus maiores medos e junto com aqueles que me confiaram, pude mostrar eu, sem crimes, sem nexo, sem frieza e cauculismo,derrotei os "sem sentimentos" com coração, alma e sangue correndo nas veias, pulsando cada batimento que eles ja haviam exterminado, ali pude apenas sentir, o que não se podia.
*linhas e traços sobre o filme Equilibrium
*linhas e traços sobre o filme Equilibrium
22 de jul. de 2008
então me diz qual o valor das coisas?as bonitas mais caras e bem valorizadas, as feias ao canto estão na promoção , em liquidações e queimas de estoque. e o meus sentimentos cá estão, quanto valem? quanto vale seu sorriso e a minha angustia? ah angustia deve estar a valer por demais, ela dói e parte o que não se saber exato o que é.e os bons? aquela satisfação o tal do contetamento descontente,é bonito ser eterno enquanto dure mas não seria mais, ou melhor, menos angustiante ser eterno, sem o quanto dure? quanto dure pra cá quanto dure pra lá, sabes ao certo quantos quanto dure ja estive a dizer, quantos ja ouvi e penso eu com cá botões ou seria balões;Quanto vale o meu amor, o seu sorriso e meus labios sem batom?é coisa a se pensar é coisa a se dizer por fim olhar , respirar e tentar, enfim que seja eterno enquanto dure esse durar.
21 de jul. de 2008
entre
entrelinhasetraços
entre eu entre você.
eu letra, ele contorno.
eu texto, ele arte.
eu sã, ele não.
eu aqui, ele também.
comigo, com ele.
sobre eu, sobre você.
entre eu entre você.
eu letra, ele contorno.
eu texto, ele arte.
eu sã, ele não.
eu aqui, ele também.
comigo, com ele.
sobre eu, sobre você.
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