27 de jul. de 2008

eles tentam nos tirar aquilo que não sai, que não se parte nem reparte. eles nos impedem de ir além, por dentro.Hipocresia emocional nos manipular em uma dose, tolos e vãos não entendem que à isso não se da valor, não se pode esvaziar ou inflar, com um ou outro jeito infame e racional de pensamentos que no caso serviriam para todos.Nisso não há um todo , há varios, há todos em um e um em todos, que se sente pouco ou muito depende de à quem falarmos, sentirmos ou sermos. Querem o fim disso , o fim do a caso , o fim do destino e de tudo que há no belo de se sentir, ou seja, o não saber, o não ter certeza. à eles dou minhas tolas e inúteis incertezas de amar agarrado a um modesto pano vermelho ,com a quem sente o coração pulsar entre seus finos dedos, lhe enxergo ,lhe vejo e o que de mim não podem tirar é o que tanto temem.não há beleza na revolta, nem na ira, apenas na mudança de atitudes que me fazem crer que tudo que fiz e lutei me fez ao menos chegar perto do bem, de você e de mim mesmo.

* devaneios parte II entre linhas e traços sobre Equilibrium

Um comentário:

Anônimo disse...

vou comentar com suas palavras mesmo, posso?!
"...e o que de mim não podem tirar é o que tanto temem."

vi muito de você e do guapo sofredor do filme. Você é linda, já disse isso?! Eu já disse que te amo também?! Essas coisas também se perdem com o tempo, com a falta de hábito, mas estão aqui sim, sempre iminentes e pungentes (:

beijo, Mayara Monteiro.