27 de jul. de 2008

meus sentimentos se esvaem em uma dose que fatalmente se desfez no chão gelado do ambiente.eles querem o que tenho de melhor, mas eu sou o melhor deles.desarmo uns mil e ainda sim consigo ter meus sentimentos.o crime é meu, e pago o preço mais caro, amar sem tocar, sentir sem chorar, ouvir suas melodias a me perturbar, me levando pro seu mundo colorido onde posso ousar lágrimas, risos e suspiros, isso sim é o meu crime que não posso mais praticar.você se fez assim bela e extremamente de enlouquecer o mais sacerdote deles.eu me revesti do que eles menos imaginavam, a falta do sentir.consegui manipular,finjir o que não se sentia e assim burlar a dor de te perder sem poder nada fazer.você de outro foi e nem assim se tornou menos tentadora.eu senti, eu finji, eu derrotei meus maiores medos e junto com aqueles que me confiaram, pude mostrar eu, sem crimes, sem nexo, sem frieza e cauculismo,derrotei os "sem sentimentos" com coração, alma e sangue correndo nas veias, pulsando cada batimento que eles ja haviam exterminado, ali pude apenas sentir, o que não se podia.


*linhas e traços sobre o filme Equilibrium

Um comentário:

Anônimo disse...

de novo, com suas palavras:
"O crime é meu, e pago o preço mais caro, amar sem tocar, sentir sem chorar, ouvir suas melodias a me perturbar, me levando pro seu mundo colorido onde posso ousar lágrimas, risos e suspiros, isso sim é o meu crime que não posso mais praticar."

A poetisa gata aqui não se atreve a dizer mais nada do texto da poetisa gata daí. Você, no caso.

beijo, Mayara Monteiro.